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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A Toráh Sagrada

Eis aqui um Sefer Toráh, o rolo da Toráh Sagrada, cujo significado é interpretado por Lei, mas que mais precisamente significa instrução, que foi revelada pelo Eterno a Moshê no monte Sinai, e deste foi dito para os seus filhos e sucessivamente a Toráh é transmitida da Boca do mestre para o ouvido do discípulo,  havendo uma tradição oral da Toráh que ultrapassa em muito os ensinamentos da Toráh escrita e que é a que gerou a Hallachah que significa comportamento, e pelo qual se ensina o modo como se podem e devem cumprir os preceitos toraídicos do Eterno explicitos nos 613 mandamentos (Mitzvot) 

A Toráh, não é um livro qualquer, a sua leitura atinge dimensões diferentes, havendo uma dimensão mística e religiosa, uma dimensão histórica e uma dimensão pessoal, ou seja, ao ler a Toráh, D-us o Eterno, fala com cada um em particular, para a sua alma, e toca no seu entendimento, contudo, não anula a particularidade do tempo e das circunstâncias históricas e culturais em que está inserida, e sobretudo tem uma dimensão muito maior, que é mística e sobre isso falaremos mais adiante na Kabbaláh e na Guematria, ou seja o estudo do significado místico dos caracteres alfanuméricos do idioma hebraico.

Posto isto, temos que a Toráh, impõe-se como um livro divino que precisa ser protegido e conservado até à consumação dos tempos, pelo que os hebreus foram eleitos o povo para essa finalidade, e mantém-se fieis em não alterar um único caractere que seja, mantendo-se hoje escrita pelos escribas (sofers) exatamente igual como há 3500 anos atrás, escrita em hebraico sobre pergaminho, do qual se fazem os rolos da toráh a serem lidos nas Sinagogas em dias festivos e em Bar e Bat Mitzavah.

A finalidade da Toráh não é outra que libertar o homem, e dar-lhe luz na sua caminhada, pelo que através da Toráh o Eterno nos diz, "Eu estou aqui, e estarei sempre contigo", e assim, a Toráh torna-se luz e alegria para os que Nele crêem.

Nesse sentido a Toráh esta sempre atual e presente na vida dos judeus de hoje, homens e mulheres comprometidos com a sua fé nas suas comunidades religiosas e civis, sendo um guia para o comportamento do homem e da mulher judeus, ainda que num meio não judaico a nossa conduta deve ter sempre em conta acatar a orientação de Adonai, respeitando outros povos, outras culturas, outras religiões, e aina assim ao vivermos de baixo da proteção do Eterno e da sua Toráh, escrita e oral, poderemos com a qual poderemos continuar a fazer a diferença no Mundo como temos vindo a fazer desde Moshê até aos dias de hoje. 

Sendo assim, podemos compreender que a Toráh é nossa vereda, nossa luz e nossa força oferecida pelo Eterno à humanidade que a terá como sua na época do Mashiach.

Mordechai Shlomo

- Estes textos não pretendem de forma alguma ser científicos, não visam ser um estudo histórico, cultural ou sociológico, são apenas textos apologéticos da teologia e fé judaica.



domingo, 18 de julho de 2010

A Proibição das Tatuagens

O que diz a Torá?
As tatuagens, são desaconselhadas na Torah, no entanto do ponto de vista espiritual não se fica só pelo conselho, há uma proibição clara na Toráh, tal proibição é expressa no livro de Vayicrá/Levítico 19:28: "E não fareis em vossa carne incisões por um morto, e não poreis em vós escrita de tatuagem - Pois Eu sou O Eterno!".

O corpo é o templo da alma, e deve reflectir o espírito que tem pelo invólucro bem cuidado, da mesma maneira que não destruímos a nossa casa que nos abriga, também não devemos destruir o nosso corpo.

O corpo é formado com os elementos da natureza e a alma com o elemento espiritual que provém de D-us, qualquer ofensa ao corpo e à alma é uma ofensa a D-us e uma rejeição clara da nossa missão nesta vida.


Como se pode perceber existe uma proibição taxativa em relação a tatuagem, e os israelitas não devem se utilizar dela. Na realidade, a proibição é extensiva a qualquer tipo de mutilação corporal ou auto-ferimento, mesmo que esta seja mínima, como é o caso do piercing.
No entanto, não deveremos ter perante o próximo uma atitude preconceituosa contra quem usa tatuagens ou piercings, são modos de vida, que devemos respeitar.
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